Domingo, 11 de Março de 2012
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Autobiografias Verídicas


A minha primeira experiência com o acaso surgiu simples, mas foi uma porta para uma mudança radical. Só uma clara orientação divina conseguiu fazer alterações na minha personalidade e vida. Foi um tempo de sonhos e compromissos, em que vivi coincidências extraordinárias. Percebi que não precisava de frequentar nenhum grupo religioso para descobrir Deus.
O meu filho Ruben tinha um amigo espanhol a quem chamavam Pazito, que era órfão de pai e que, por vezes, dormia em nossa casa. A mãe precisou de ir a Espanha e pediu-nos que lá ficasse uns dias, mas passou meses sem nos contactar.
Eu tinha lojas de confecção; comprava nas fábricas e também fornecia outros estabelecimentos. No entanto, alguém me fez a proposta de distribuir outros produtos: cafés, bolos, chocolates, queijos, refrigerantes…
Um dia, o meu filho quis acompanhar-me e Pazito ficou em casa. Deixei lá os alimentos e peguei na confecção para a levar às lojas. Pazito chamou os amigos e comeram tudo o que lhes apetecia, embora eu tivesse alertado para a moderação. Ao regressar, deparei-me com a criançada a banquetear-se, despedi-os e fechei o Pazito no quarto. Devido aos seus constantes disparates, ocorreu-me levá-lo a uma instituição para que procurassem a mãe. Ao entrar ao quarto dele, reparei que lia a Bíblia e logo a fechou.
Perguntei: “Envergonhaste-te por estares a ler a Bíblia?”. Respondeu: “Estou a fazer uma pergunta a Deus”. Ri-me: “Pergunta a Deus? Ensina-me como se faz”. Nunca antes tinha pensado nisso. Explicou-me que abria a Bíblia ao acaso e que Deus respondeu que a mãe ia regressar em breve. Quis saber onde estava o texto que dizia isso, mas ele já não sabia onde, mas podíamos fazer outra vez a pergunta para eu ver. Embora muito seguro, eu estava céptica.
Fechou os olhos, abriu a Bíblia e pousou o dedito em Provérbios 15:25 e, ainda sem abrir os olhos dele, estendeu o livro para eu ler. Perplexa, li: “A casa dos que se enaltecem será derrubada, mas Deus fixará o termo da viúva”. Exclamou contente: “Deus está a dizer que a minha mãe vai voltar, foi uma palavra parecida com esta que eu tinha lido”. Meditei no texto e disse-lhe que não o entendia desse modo.
Ele perguntou: “Então o que quer isso dizer? Fala de uma viúva que Deus vai ajudar, não é?”. “Parece que sim”, saí pensativa. Insisti em não acreditar e perguntei-me se não teria sido coincidência o texto mencionar a palavra “viúva”. Estaria Ele a reprovar-me? A minha consciência alertava-me que devia ponderar.
Questionava-me: “Desejaria Deus que eu continuasse a protegê-lo?”. Na gaveta da minha mesa-de-cabeceira estava uma Bíblia: “Para que me serve ela se não sei o que Deus decidiria? Quem conheceria o futuro deste jovem e me daria o conselho correcto?”.
Continuei a cismar na palavra “viúva”: “É realmente assim, que Deus responde, quando se abre uma página de um livro ao acaso? Na Bíblia há milhares de conselhos, e se de facto Ele escolhesse um? Dir-me-ia o que fazer com aquele menino? Teria que fazer o teste!”.
Peguei na Bíblia e fechei os olhos, pois não queria ser eu a escolher o livro ou capítulo. Poisei o dedo e, surpreendida, li em Jó 31:16,17: “Se eu negar ao de condição humilde o seu agrado, se eu costumava comer o meu bocado sozinho, não comendo dele o menino órfão de pai, se eu costumava ver alguém padecer, se sacudi a mão para lá e para cá contra o menino órfão de pai quando via necessidade do meu auxílio…”. Foram as palavras certas para que não tivesse mais dúvidas de que o que tinha saído ao pequeno foi realmente uma resposta divina, pois também acontecera comigo! Maravilhada, questionava-me por que razão nunca ouvira falar disso senão agora pela boca de uma criança.
Valeu a pena a dúvida, a tentativa resultou numa prova divina! O que fez com que Ele respondesse? A minha iniciativa? Pelo desejo de não errar, conseguira uma confirmação exacta. Este foi apenas o primeiro de uma série de outros momentos emocionantes.
Queria correr ao quarto do pequeno e contar que Deus me tinha falado, mas contive-me: “Ainda agora me zanguei e o castiguei! Deixa-me fazer mais perguntas a Deus. Ele respondeu duas vezes, acontecerá mais?”. Pedi-Lhe mais entendimento sobre o assunto. Diziam-me que Deus não se agrada do nosso cepticismo, mas afinal verifiquei que não é assim! Ficaria Ele zangado? Só o saberia pela Sua resposta! Os humanos precisam de provas d’Ele e verifiquei que as conseguia ter. Fiz a promessa: “Se continuares a responder-me assim, tão claro, farei tudo exactamente como me disseres!”.
Ainda não estava certa de ficar com o moço, pois ele dava-me despesas e aborrecimentos. Tinham-se passado meses e eu não acreditava que a mãe dele viesse. Todos estes pensamentos martelavam insistentemente o meu cérebro e novamente peguei na Bíblia.
Fechei os olhos, abri-a, poisei o dedo e saiu Deuteronómio 10: 18: “Deus não trata a ninguém com parcialidade, executa julgamento pelo menino órfão de pai e pela viúva e ama o residente forasteiro, de modo a dar-lhe pão e uma capa. Também vós tendes de amá-lo!”.
A expressão “residente forasteiro” fazia sentido, uma vez que eles eram Espanhóis. Um arrepio tomou conta de mim ao ter de novo a prova de que Ele realmente nos fala. Ainda que eu fosse agnóstica, já não podia duvidar da existência de Deus. Como foi possível descobri-Lo de uma maneira tão simples? Relatam-nos milagres extraordinários, mas eu tinha diante de mim um milagre fácil de confirmar, porque se repetia!
Chamei o meu filho e relatei a minha grande descoberta. Olhou-me perplexo, devido à minha repentina mudança de humor. Fomos ao quarto do Pazito contar-lhe as respostas que me tinham saído. Ele pulou de alegria: “A minha mãe vem, a minha mãe voltará depressa!”. Olhou- me, viu que eu ainda não acreditava e explicou: “Há um texto na Bíblia que diz que quando Deus fala duas ou três vezes a mesma coisa, isso significa que o acontecimento ocorrerá rapidamente”. Curiosa, pedi que ele me mostrasse esse texto, pois nunca tinha lido nenhum que falasse sobre isso. Ele abriu a Bíblia no Velho Testamento e logo localizou o texto de Génesis 41:32.
Comentei: “Encontraste-o tão rápido? Ainda te lembravas qual era o livro da Bíblia que tinha esse capítulo?”. Ele respondeu que não, provavelmente tinha sido Deus que o fez encontrar. Mencionou que em tempos tinha procurado insistentemente esse texto e não o achara: “O facto de o sonho se ter repetido duas vezes significa que a coisa ficou firmemente estabelecida da parte do verdadeiro Deus e Ele se apressa a fazê-lo.” Não o quis contradizer na sua interpretação que me pareceu ambígua e, secretamente, permaneci céptica no que respeitava à vinda da mãe.
As que tinham sido tiradas ao acaso, eram frases tão claras e directas onde não existia ambiguidade na interpretação, sabia que teria que continuar a ajudar Pazito. Estávamos os três unidos e entusiasmados. Disse-lhes que no dia seguinte contaria a todos. O meu filho tinha uma namorada que frequentava as Testemunhas de Jeová e ficou renitente: “Mãe, não podes dizer isso a todos! Eu não conheço nenhum texto na Bíblia que diga que se podem fazer perguntas assim como vocês fazem. Tem cuidado, vão dizer que tirar um texto à sorte é adivinhação!”.
Pazito respondeu ao meu filho: “Olha, podes perguntar a Deus se eles vão ficar zangados!”. “Boa ideia!”, respondemos unânimes.
Demos a vez ao Ruben para abrir a Bíblia ao acaso. O seu dedo estava poisado em Provérbios 18:18, que dizia: “A sorte lançada faz repousar até mesmo as contendas e separa até os fortes um do outro”. Pazito procurou na sua Bíblia católica o mesmo versículo descrito desta forma: “A sorte apazigua as contendas e decide entre os poderosos”.
Nunca antes reparara que a Bíblia falasse sobre as sortes ou acaso. Pazito respondeu: “Oh, oh, não sabem? Há mesmo muitos textos!”. Ainda estávamos com o livro aberto quando reparei que na mesma página, em Provérbios 16:33, havia um outro texto que dizia: “A sorte lança-se no colo, mas toda a decisão por ela é da parte de Jeová. Na católica está: “As sortes lançam-se no regaço, mas é o Senhor quem decide”.
Resolvemos procurar, de referência em referência, todos os textos bíblicos que diziam que é possível fazer perguntas a Deus e ver surgir respostas através do acaso.
Ficámos acordados até às cinco da manhã e descobrimos um número substancial de versículos.
Na realidade, lendo Provérbios 18:18 “A sorte apazigua as contendas”, o acaso tinha aquietado o meu mau humor para com Pazito. Fiz o que pude por ele. Se não tivesse lido essas respostas, estragaria tudo o que até ali tinha feito; não o ajudaria nem seria ajudada.
Ele afirmava que a mãe chegaria em breve, e realmente ela chegou nesse sábado! Foram seis meses de ausência e, dois dias depois da nossa consulta a Deus, ela apareceu. Todos os fins-de-semana nos reuníamos para contar as nossas experiências. Quando havia controvérsias entre Pazito e a mãe, ele dizia-lhe: “Porque não vais perguntar a Deus?” e contavam-me as surpreendentes respostas que recebiam, muitas em defesa do filho e contra o rude modo como ela o tratava. Desde então, o nosso dia-a-dia passou a ser muito mais interessante.
Pazito só em Portugal mas nunca sem dialogar com o seu Deus
Registava as respostas que Ele dava, as que compreendia e aquelas que poderia perceber mais tarde. Concluí que não era apenas com a Bíblia que Ele queria falar. Ia às livrarias ou bibliotecas, pegava num livro que podia até ser um dicionário, fazia uma pergunta tirando ao acaso e o que saía estava sempre em sincronia com o meu pensamento.
Escrevia frases que se pudessem adaptar às mais variadas situações e tirava uma ao acaso. Pedia que outras pessoas fizessem perguntas e registassem as respostas e assim adquirimos inúmeras experiências e conhecimentos.
Não é por alguém consultar a Deus que tem menos falhas que aqueles que não o fazem, porque continuamos a ser donos do nosso livre arbítrio. Só fazemos o que Ele nos aconselha se o desejarmos. Reconhece-se melhor a nossa obstinação e, quando surgem os desapontamentos, sabe-se a razão. Quando pensava que já entendia tudo ou que estava a ser eficientes, então descobri que o caminha para a perfeição é muitíssimo longo. A vantagem é que, quando os avisos d’Ele se fizerem por palavras, o que se sofre torna-se cada vez menor.
Quando não se estabelece esse diálogo ou as distracções nos afastam da nossa missão, a vida torna-se vazia. Uma vez habituados a viver com a informação que Ele nos dá, tudo o que não for assim é destituído do verdadeiro sentido da vida. Por vezes, fazemos perguntas e, caso uma resposta não seja clara, também se pode descobrir a razão.
Quando sentimos tristeza, esse estado vai ser desvendado por Ele e conseguiremos uma outra compreensão. Estamos em constante evolução e a adaptar uma nova forma de aprender e a ponderar com Ele as nossas experiências, assim como se consegue vencer melhor os obstáculos. Com a sabedoria adquirida nesses diálogos, recupera-se de uma situação que poderia ser ruim, tal como este meu problema com o Pazito e muitas outras experiências extraordinárias que contarei. Há a esperança: “Isto ou aquilo foi mau, mas já não existe qualquer dor e tudo não passou de reluzentes relâmpagos para a nossa felicidade de hoje”.
Ao recordar este conto, fico-Lhe agradecida, não apenas pelo passado, mas porque Ele continua a responder de modo claro. Ao longo destes 20 anos, tenho registado milhões de frases. Naquele tempo, eram malas cheias de cadernos. Hoje é muito mais fácil, porque tenho computadores e sistemas aleatórios.
A fonte do Seu conhecimento não pára de jorrar, pois existe sempre muito a aprender. Saber que um Ser universal e incalculavelmente sábio nos manifesta as Suas opiniões poderia ser um motivo de vaidade. Porém, o que é mais importante conhecer é a nossa missão e responsabilidades; vive-se em permanente urgência de aprender com Ele.
Estou certa de que Ele quer falar com todos, pois é imparcial. Na realidade, Ele sempre esteve aberto a esse diálogo, nós é que precisamos de O compreer.
O que precisamos é abandonar os mitos, reaprender tudo de novo, escutá-Lo como uma criança, mas raciocinar como adulto.
Quem não viu o filme?
Bússola em Português escreve-se Compass em Inglês

Entendo que os sonhos são mensagens divinas porque neles tenho recebido informações que não seria possível ao humano descobrir. A maioria das pessoas tem tido experiências com sonhos premonitórios e por isso tem-se escrito muitos livros, alguns recentemente publicados.
Bússola de LuzQuando me divorciei, arranjei um trabalho extra, numa distribuidora de livros. Dormia poucas horas, trabalhava dia e noite. Uma vez vim do norte e dormi umas horas numa casa da empresa em Leiria. No dia seguinte tinha que ir a Lisboa carregar livros e jantar com os meus colegas.
Então sonhei:
«Eu seguia numa viagem e estava com sono, parei e fiquei a dormir na berma da estrada dentro do carro que estava cheio de livros.
De repente, veio na minha direcção um camião TIR a buzinar com toda a força. No sonho pensava: “Adormeci e não tenho maneira de me desviar, é desta que vou morrer”. Nesse momento, um objecto parecido com um prato voador brilhante surge do céu em velocidade, emitindo um barulho que eu nunca tinha escutado: era agradável, parecia um misto de vento com harpas eólicas. Passou-me à frente e senti o seu calor na face. O vento forte que ele provocou desviou-me para a direita e o camião passou a centímetros de mim, seguindo normalmente pela estrada sem me atropelar.
O objecto aterrou e estava a luzir no chão, ao lado havia vários livros espalhados. Saí do carro para o observar e quando lhe peguei era um pequeno livro cuja capa tinha uma bússola luminosa e em relevo. Reparei que o ponteiro negro parado no oeste. O livro era em tons de azul e em letras salientes e douradas dizia: “A Bússola que mudou o mundo”. Quando o ia abrir, começou de novo a rodar e a subir devagar em direcção aos céus».
Acordei e já não consegui dormir. Peguei no carro e segui de madrugada para Lisboa. Chegou a noite, comi um farto jantar e saí já bastante tarde.
De novo teria que ficar a dormir em Leiria porque era lá que ia entregar os livros. No caminho comecei a sentir-me ensonada e, para despertar, ouvia músicas e, embora fosse inverno, abri um pouco as janelas para apanhar vento fresco porque comecei a sentir sono.
Na antiga estrada, pouco antes de chegar a Leiria, havia uma recta de vários quilómetros e, com o sono, pestanejei enquanto conduzia. Nesse momento, despertei com um camião TIR a buzinar. Guinei o volante para a direita e saí da estrada. O carro roçou em grandes pedras e partiu a barra da direcção e por isso parou na berma. Nada me aconteceu, apenas tive algumas nódoas negras dos livros que caíram em cima de mim.
Quando olhei para o carro com os livros espalhados, imediatamente recordei o meu sonho. Tomei-o como um aviso de que precisava realmente de uma bússola divina para guiar os meus caminhos e não arriscar a vida por desconhecer a vontade d’Ele.
Assim, desde esse dia, escrevi um diário e o título que queria lhe dar era: “A bússola que mudou o rumo da minha vida”. Porque realmente aquele acidente mudou muito a minha vida. Só que, naquele tempo, eu não imaginava o que era escrever um livro e para mim seria pura ficção pensar em fundar uma editora.
Provavelmente passaram cinco anos quando tive um outro sonho premonitório. Ele só se tornou realidade cerca de 10 anos depois, em 2004, quando publiquei o meu primeiro livro na editora Luz da Vida.
O nome Luz Compasso
Então tive este sonho:
.
«Eu estava vestida de branco, sentada no chão de uma tenda quadrada e de cor branca. Dentro desta havia uma mesinha onde estava um livro com muitas páginas. Então uma voz falou comigo e disse:
“Tens que escrever este livro, será publicado e o Meu espírito estará nele. Tu seguirás a Minha sombra, por isso irás chamar-te Luz Compasso”. Eu não entendi e perguntei:
“Compasso? O que é isso?”.
Ele respondeu: “Traçar com exactidão”. Eu perguntei: “Tu respondes-me de modo exacto e assim ensinas a traçar os meus caminhos?”. Não houve resposta mas em cima do livro surgiu um compasso a desenhar circunferências sozinho; quando parou, na capa estava a imagem da bússola igual àquela com que eu tinha sonhado há vários anos atrás.
Perguntei: “Porquê compasso?”. Ele respondeu-me: “Compasso é uma Bússola”. De novo fiquei sem entender. Estava confusa pois não associava o compasso a uma bússola. Desta vez Ele disse-me: “Não podes ficar sozinha na tenda, sai e enviar-te-ei alguém para te explicar”.
Então saí da tenda e no céu vi um compasso ao lado direito e uma Bússola ao lado esquerdo; era de noite, mas estes dois objectos tinham luz própria.
Então a voz de novo explicou:
“Os teus escritos terão o Meu selo e neles encontrarás o nome "Luz Compasso”».
Acordei e o sonho parecia tão real que corri para a rua para ver o céu: estava no mês de Novembro, mas parecia verão; embora tivesse chuviscado, o luar era muito intenso e a água da chuva parecia dar ainda mais brilho à praia da Cova Gala. Não sei se foi por causa do sonho o ambiente parecia mágico.

No dia seguinte, fui contar o sonho a uma amiga. Ela era emigrante e nesse ano tinha decidido ficar mais tempo em Portugal. Então contou-me que nessa noite não conseguia dormir e veio para a varanda; estava a olhar o céu e viu lá um ramo de flores.
Ela não o queria contar a ninguém com medo de a julgarem maluca, mas quando eu lhe disse o quanto a noite estava brilhante e cheia de claridade, ela perdeu o medo de falar sobre a visão. Provavelmente eu seria a única pessoa que a compreendia pois aquela noite para mim também tive um encanto especial.
Muito tempo depois quando investiguei a palavra compasso é que concluí que bússola se diz compass em Inglês, embora em Português a palavra signifique o conhecido instrumento usado pelos desenhadores.
Sonhei duas vezes com aquele livro: a capa era exactamente a mesma e desvaneceram-se todas as dúvidas de que o livro iria ser publicado.
Tinha várias experiências e concluí que sonhar duas vezes com o mesmo assunto era a insistência divina para que eu acreditasse que isso aconteceria.
Em outras crónicas vou contar experiências com sonhos premonitórios baseados no texto de Génesis 41:32, onde se descreve a razão por que se sonha duas vezes com um mesmo assunto.
Alguns anos depois eu estava a fazer a revisão de um livro oracular ia publicar, com o título “Árvore da Vida”, do qual já tem o ISBN, e nessa noite
Deus deu-me um sonho que falou pela terceira vez:
“Não podes escrever só esse oráculo na mesma altura também vai sair um livro chamado "Bússola”.
Isto já foi à vários anos e só este ano de 2011 é que os vou publicar!
Então junto o livro “Arvore da Vida” e dei um adiantamento substancial ao livro oracular “ A Bússola”,
Este de frases curtas para pessoas com menos entendimento do que é um oráculo.
Neste momento estou a fazer a revisão do livro oracular " Árvore da Vida" que vai ser publicado no final de Março de 2011
Mas o que vai se chamar “SOS Bússola” também está quase no fim.
É um livro de bolso, com cerca de 4000 frases enquanto o oráculo “Arvore da Vida” tem apenas 2000 frases.
Ambos já têm o ISBN só que a Bussola só vai sair no verão de 2011.
Além destes dois estou a escrever também outros com artigos para estudo.
Ainda não sei como ficará a capa do livro Oracular "Arvore da vida" mas espero arranjar um bom capista.
Veremos se serão estes:
Empresa de Criativo Real Produções
Dra. Susana Comparada
Email. Susana.comparada@realproducoes.pt
Telf. 21 357 23 72
Movel - 93 268 0867